INSTITUTO DE ARTES E DESIGN
UFJF
Disciplina: Semiótica do Espetáculo
Relação dos grupos para apresentação dos seminários (N3):
GRUPO 1: Ariane Ribeiro, Isabela Andrade, Isis Oliveira.
TEXTO: BORDWELL, 2008.
GRUPO 2: Thiago Abreu, Mariana Martins, Tamires Orlando, Luciene Silva.
TEXTO: STAM, 2006.
GRUPO 3: Pedro Carcereri, Heloisa Oliveira, Marcus Nassif.
TEXTO: GARDIES, 2007.
Tempo máximo de apresentação para cada grupo: 30mins.
Início das apresentações: 14:20hs pela ordem estabelecida acima.
Apresentação em grupo, nota individual.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
SEMIÓTICA DO ESPETÁCULO
Link para METZ 2, modelo de análise sintagmática:
http://www.mediafire.com/?v3l3khm6cf0m5bz
http://www.mediafire.com/?v3l3khm6cf0m5bz
SEMIÓTICA DO ESPETÁCULO
Link para QUADRO MEGA NARRAÇÃO (Gaudreault):
http://www.mediafire.com/?nvh9kv4ozb86a74
http://www.mediafire.com/?nvh9kv4ozb86a74
SEMIÓTICA DO ESPETÁCULO
Link para 8 tipos sintagmáticos (METZ):
http://www.mediafire.com/?11aar50akgmtyb4
http://www.mediafire.com/?11aar50akgmtyb4
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
SEMIÓTICA DO ESPETÁCULO
AVISO:
Seguindo a ordem estabelecida pelo Plano de Ensino da Disciplina Semiótica do Espetáculo, será realizado o Exercício para Avaliação (N2), em grupo, na aula do dia 01/11/10.
- 14:20H formação dos grupos e início da prova. Lembrando que os alunos que chegarem atrasados terão de fazer o exercício individualmente.
No mesmo dia, 01/12/10, serão distribuídos os textos para os seminários (N3) que serão realizados no dia 08/12/10. A apresentação dos seminários será feita em grupo (o mesmo grupo reunido para exercício N2); a nota será individual de acordo com a participação de cada aluno na apresentação e compreensão do texto.
Seguindo a ordem estabelecida pelo Plano de Ensino da Disciplina Semiótica do Espetáculo, será realizado o Exercício para Avaliação (N2), em grupo, na aula do dia 01/11/10.
- 14:20H formação dos grupos e início da prova. Lembrando que os alunos que chegarem atrasados terão de fazer o exercício individualmente.
No mesmo dia, 01/12/10, serão distribuídos os textos para os seminários (N3) que serão realizados no dia 08/12/10. A apresentação dos seminários será feita em grupo (o mesmo grupo reunido para exercício N2); a nota será individual de acordo com a participação de cada aluno na apresentação e compreensão do texto.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
ROTEIRO
ATENÇÃO PARA AS DATAS DAS AVALIAÇÕES
Exercício SINOPSE E ESCALETA (N1 e N2), dia 09/12/10.
Entrega dos roteiros finais para avaliação (N3), dia 09/12/10.
Orientação dos grupos de trabalho para criação dos roteiros, dias 18 e 25/11 e 02/12/10.
N1 = 2pts
N2 = 4pts
N3 = 4pts
Exercício SINOPSE E ESCALETA (N1 e N2), dia 09/12/10.
Entrega dos roteiros finais para avaliação (N3), dia 09/12/10.
Orientação dos grupos de trabalho para criação dos roteiros, dias 18 e 25/11 e 02/12/10.
N1 = 2pts
N2 = 4pts
N3 = 4pts
SEMIÓTICA DO ESPETÁCULO
ATENÇÃO PARA AS DATAS DAS AVALIAÇÕES!
Trabalho para avaliação (N1), análise fílmica, dia 24/11/10.
Trabalho para avaliação (N2), análise fílmica, em grupo, dia 01/12/10.
Seminários para avaliação (N3), em grupo, dia 08/12/10.
N1 = 3pts
N2 = 3pts
N3 = 4pts
Trabalho para avaliação (N1), análise fílmica, dia 24/11/10.
Trabalho para avaliação (N2), análise fílmica, em grupo, dia 01/12/10.
Seminários para avaliação (N3), em grupo, dia 08/12/10.
N1 = 3pts
N2 = 3pts
N3 = 4pts
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
SEMIÓTICA DO ESPETÁCULO
AVISO PARA OS ALUNOS DA DISCIPLINA
SEMIÓTICA DO ESPETÁCULO
INÍCIO DA AULA (13/10/2010) ADIADO PARA 16:00H
Prof. Sérgio Puccini
Texto para assunto da aula: BURCH 1992, link abaixo.
SEMIÓTICA DO ESPETÁCULO
INÍCIO DA AULA (13/10/2010) ADIADO PARA 16:00H
Prof. Sérgio Puccini
Texto para assunto da aula: BURCH 1992, link abaixo.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
ROTEIRO
AVISO:
Aos alunos da disciplina de Roteiro, aviso que não haverá aula nos dias 07/10 e 21/10.
Aos alunos da disciplina de Roteiro, aviso que não haverá aula nos dias 07/10 e 21/10.
SEMIÓTICA DO ESPETÁCULO
AVISO:
Aos alunos de Semiótica do Espetáculo, aviso que não haverá aula nos dias 06/10 e 20/10.
Aos alunos de Semiótica do Espetáculo, aviso que não haverá aula nos dias 06/10 e 20/10.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
SEMIÓTICA DO ESPETÁCULO
Link para BURCH 1992:
http://www.mediafire.com/file/r9u63e2zk31y5sp/BURCH1992.pdf
http://www.mediafire.com/file/r9u63e2zk31y5sp/BURCH1992.pdf
terça-feira, 14 de setembro de 2010
INICIAÇÃO CIENTÍFICA
Link para RAMOS2008.
http://www.mediafire.com/file/fzjqg1pf3qh0qq0/RAMOS2008.pdf
http://www.mediafire.com/file/fzjqg1pf3qh0qq0/RAMOS2008.pdf
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
SEMIÓTICA DO ESPETÁCULO
Link para METZ1977:
http://www.mediafire.com/file/n2hdk2k9u9r68f3/metz1977.pdf
http://www.mediafire.com/file/n2hdk2k9u9r68f3/metz1977.pdf
SEMIÓTICA DO ESPETÁCULO
Link para STAM2006.
http://www.mediafire.com/file/57xkdsff0bm6awg/STAM2006.pdf
http://www.mediafire.com/file/57xkdsff0bm6awg/STAM2006.pdf
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
ROTEIRO
AVISO
ATENÇÃO ALUNOS DA DISCIPLINA DE ROTEIRO: HAVERÁ AULA NORMALMENTE NO PRÓXIMO DIA 26/08/10!
ATENÇÃO ALUNOS DA DISCIPLINA DE ROTEIRO: HAVERÁ AULA NORMALMENTE NO PRÓXIMO DIA 26/08/10!
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
SEMIÓTICA DO ESPETÁCULO
AVISO
ATENÇÃO: EM RAZÃO DE PARTICIPAÇÃO EM BANCA DE CONCURSO DO IAD, NÃO HAVERÁ AULA DE SEMIÓTICA DO ESPETÁCULO NO DIA 25/08/2010.
ATENÇÃO: EM RAZÃO DE PARTICIPAÇÃO EM BANCA DE CONCURSO DO IAD, NÃO HAVERÁ AULA DE SEMIÓTICA DO ESPETÁCULO NO DIA 25/08/2010.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
ROTEIRO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA
INSTITUTO DE ARTES E DESIGN
PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA
DISCIPLINA: Ateliê de Roteiro
CURSO: Bacharelado Interdisciplinar em Artes e Design
PROFESSOR RESPONSÁVEL: Sérgio Puccini
EMENTA
A disciplina pretende oferecer noções relacionadas à prática e à teoria do roteiro cinematográfico. Etapa chave dentro da organização de uma produção audiovisual, a construção do roteiro envolve noções que vão além dos aspectos técnicos ligados à prática audiovisual. Teoria do Drama e da Narrativa são mobilizadas no desenvolvimento de um roteiro de ficção nos seus mais variados formatos. A introdução teórica dará embasamento aos trabalhos de criação dos alunos em aula.
OBJETIVOS
Objetivo geral:
Capacitar o aluno ao exercício da prática da roteirização fornecendo-lhe ferramentas de análise crítica dos critérios que guiam a criação de roteiros.
Objetivos específicos:
Discutir o processo de criação cinematográfica a partir de seu instrumento de base, o roteiro. Discutir aspectos relacionados à dramaturgia do audiovisual.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Formatação e critérios de escrita. As etapas de criação do roteiro. A Escaleta. A Sinopse. O Roteiro Literário e Roteiro Técnico;
2. Roteiro e filme. Critérios de decupagem de direção. A cena e o plano. O discurso dramático e o discurso cinematográfico;
3. Roteiro e direção. Especificidades de cada função. O modelo industrial e o modelo autoral;
4. A construção do Personagem. Modelos de personagem. Ação e personagem.
Exercício de criação de personagem (N1).
5. Roteiro e estrutura. Hollywood e o modelo clássico. Syd Field e o paradigma dos três atos; o conflito, necessidade dramática, ação dramática, pontos de virada;
6. Exercício de criação de sinopse e escaleta (N2);
7. Roteiro e Curta-Metragem. Características do formato;
8. A narrativa seriada. Roteiro e Televisão;
9. Roteiro de documentário. Formas de organização da produção e do discurso. O roteiro invisível;
10-15. Orientação dos grupos de trabalho para criação de roteiro de curta-metragem (N3).
METODOLOGIA DE ENSINO
- Aulas expositivas e interativas.
- Exibição de audiovisuais.
- Leitura crítica de roteiros publicados e textos teóricos relacionados aos tópicos abordados em aula.
- Oficinas de criação, exercícios individuais e em grupo.
ATIVIDADE DISCENTES
Exercícios de roteirização em aula. Elaboração e apresentação de roteiros.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Exercícios de criação de roteiro individuais e em grupo: construção de personagens; sinopses e escaletas; roteiro final.
N1: exercício de construção de personagem = 2pts.
N2: exercício de elaboração de sinopse e escaleta = 4pts.
N3: roteiro de curta-metragem = 4pts.
NOTA FINAL = N1+N2+N3
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARRIÈRE, Jean Claude; BONITZER, Pascal. Prática do Roteiro Cinematográfico. São Paulo:
JSN Editora, 1996.
CHION, Michel. O Roteiro de Cinema. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
COMPARATO, Doc. Da Criação ao Roteiro. Rio de Janeiro: Ed. Rocco, 1995.
FIELD, Syd. Manual do Roteiro. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 1995.
HOWARD, David; MABLEY, Edward. Teoria e Prática do Roteiro. São Paulo: Editora Globo,
1995.
MÁRQUEZ, Gabriel García. Me Alugo para Sonhar, Oficina de Roteiro. Niterói, Rio de Janeiro:
Casa Jorge Editorial, 1995.
PALLOTTINI, Renata. Introdução à Dramaturgia. São Paulo: Editora Brasiliense, 1983.
PALLOTTINI, Renata. Dramaturgia: Construção do Personagem. São Paulo: Editora Ática,
1989.
PUCCINI, Sérgio. Roteiro de documentário, da pré-produção à pós-produção. Campinas:
Papirus Editora, 2009.
RODRIGUES, Chris. O cinema e a produção. Rio de Janeiro: Faperj, DP&A editora, 2002.
ROSENFELD, Anatol. O Teatro Épico. São Paulo: Editora Perspectiva, 1997.
_________________. Teatro moderno. São Paulo: Editora Perspectiva, 1997.
SARAIVA, Leandro; CANITO, Newton. Manual de roteiro. São Paulo: Conrad Livros, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAZIN, André. O cinema, ensaios. São Paulo: Editora Brasiliense, 1991.
BERNARDET, Jean-Claude. Cineastas e imagens do povo. São Paulo: Companhia das Letras,
2003.
BORDWELL, David. Narration in the fiction film. Wisconsin: University of Wisconsin Press,
1985.
BRADY, Ben; LEE, Lance. The understructure of writing for film and televisión. Austin, Texas:
University of Texas Press, 1988.
BURCH, Noel. Práxis do cinema. São Paulo: Editora Perspectiva, 1992.
CARRIÈRE, Jean-Claude. A linguagem secreta do cinema. Rio de Janeiro: Editora Nova
Fronteira, 1995.
FURTADO, Jorge. Um astronauta no Chipre. Porto Alegre: Artes e Ofícios Editora, 1992.
HAMPE, Barry. Making documentary films and reality videos. New York: Henry Holt and
Company, 1997.
HERMAN, Lewis. A pratical manual of screenwriting for theater and television films. New York:
Meridian Book, New American Library, 1952.
LABAKI, Amir. Introdução ao documentário brasileiro. São Paulo: Editora Francis, 2006.
LEONE, Eduardo. Reflexões sobre a montagem cinematográfica. Belo Horizonte: Editora:
UFMG, 2005.
MAMET, David. Sobre direção de cinema. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
MARTIN, Marcel. A linguagem cinematográfica. São Paulo: Editora Brasiliense, 1990.
MCKEE, Robert. Story, substance, structure, style, and the principles of screenwriting, New
York: Regan Books, 1997.
MURCH, Walter. Num piscar de olhos, a edição de filmes sob a ótica de um mestre. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2004.
NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. Campinas: Papirus Editora, 2005.
REISZ, Karel; MILLAR, Gavin. A técnica da montagem cinematográfica. Rio de Janeiro: Editora
Civilização Brasileira, EMBRAFILME, 1978.
ROSENTHAL, Alan. Writing, directing, and producing documentary films and videos.
Carbondale: Southern Illinois University Press, 1996.
ROUBINE, Jean-Jacques. A linguagem da encenação teatral. Rio de Janeiro: Jorge Zahar
Editor, 1998.
RYNGAERT, Jean-Pierre. Ler o teatro contemporâneo. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
SWAIN, Dwight V.. Film script writing, a pratical manual. New York: Hastings House Publishers,
1976.
SZONDI, Peter. Teoria do drama moderno (1880-1950). São Paulo: Cosac & Naify, 2001.
WATTS, Harris. Direção de câmera, um manual de técnicas de vídeo e cinema. São Paulo:
Summus Editorial, 1999.
XAVIER, Ismail. O discurso cinematográfico. São Paulo: Paz e Terra, 1984.
INSTITUTO DE ARTES E DESIGN
PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA
DISCIPLINA: Ateliê de Roteiro
CURSO: Bacharelado Interdisciplinar em Artes e Design
PROFESSOR RESPONSÁVEL: Sérgio Puccini
EMENTA
A disciplina pretende oferecer noções relacionadas à prática e à teoria do roteiro cinematográfico. Etapa chave dentro da organização de uma produção audiovisual, a construção do roteiro envolve noções que vão além dos aspectos técnicos ligados à prática audiovisual. Teoria do Drama e da Narrativa são mobilizadas no desenvolvimento de um roteiro de ficção nos seus mais variados formatos. A introdução teórica dará embasamento aos trabalhos de criação dos alunos em aula.
OBJETIVOS
Objetivo geral:
Capacitar o aluno ao exercício da prática da roteirização fornecendo-lhe ferramentas de análise crítica dos critérios que guiam a criação de roteiros.
Objetivos específicos:
Discutir o processo de criação cinematográfica a partir de seu instrumento de base, o roteiro. Discutir aspectos relacionados à dramaturgia do audiovisual.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Formatação e critérios de escrita. As etapas de criação do roteiro. A Escaleta. A Sinopse. O Roteiro Literário e Roteiro Técnico;
2. Roteiro e filme. Critérios de decupagem de direção. A cena e o plano. O discurso dramático e o discurso cinematográfico;
3. Roteiro e direção. Especificidades de cada função. O modelo industrial e o modelo autoral;
4. A construção do Personagem. Modelos de personagem. Ação e personagem.
Exercício de criação de personagem (N1).
5. Roteiro e estrutura. Hollywood e o modelo clássico. Syd Field e o paradigma dos três atos; o conflito, necessidade dramática, ação dramática, pontos de virada;
6. Exercício de criação de sinopse e escaleta (N2);
7. Roteiro e Curta-Metragem. Características do formato;
8. A narrativa seriada. Roteiro e Televisão;
9. Roteiro de documentário. Formas de organização da produção e do discurso. O roteiro invisível;
10-15. Orientação dos grupos de trabalho para criação de roteiro de curta-metragem (N3).
METODOLOGIA DE ENSINO
- Aulas expositivas e interativas.
- Exibição de audiovisuais.
- Leitura crítica de roteiros publicados e textos teóricos relacionados aos tópicos abordados em aula.
- Oficinas de criação, exercícios individuais e em grupo.
ATIVIDADE DISCENTES
Exercícios de roteirização em aula. Elaboração e apresentação de roteiros.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Exercícios de criação de roteiro individuais e em grupo: construção de personagens; sinopses e escaletas; roteiro final.
N1: exercício de construção de personagem = 2pts.
N2: exercício de elaboração de sinopse e escaleta = 4pts.
N3: roteiro de curta-metragem = 4pts.
NOTA FINAL = N1+N2+N3
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARRIÈRE, Jean Claude; BONITZER, Pascal. Prática do Roteiro Cinematográfico. São Paulo:
JSN Editora, 1996.
CHION, Michel. O Roteiro de Cinema. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
COMPARATO, Doc. Da Criação ao Roteiro. Rio de Janeiro: Ed. Rocco, 1995.
FIELD, Syd. Manual do Roteiro. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 1995.
HOWARD, David; MABLEY, Edward. Teoria e Prática do Roteiro. São Paulo: Editora Globo,
1995.
MÁRQUEZ, Gabriel García. Me Alugo para Sonhar, Oficina de Roteiro. Niterói, Rio de Janeiro:
Casa Jorge Editorial, 1995.
PALLOTTINI, Renata. Introdução à Dramaturgia. São Paulo: Editora Brasiliense, 1983.
PALLOTTINI, Renata. Dramaturgia: Construção do Personagem. São Paulo: Editora Ática,
1989.
PUCCINI, Sérgio. Roteiro de documentário, da pré-produção à pós-produção. Campinas:
Papirus Editora, 2009.
RODRIGUES, Chris. O cinema e a produção. Rio de Janeiro: Faperj, DP&A editora, 2002.
ROSENFELD, Anatol. O Teatro Épico. São Paulo: Editora Perspectiva, 1997.
_________________. Teatro moderno. São Paulo: Editora Perspectiva, 1997.
SARAIVA, Leandro; CANITO, Newton. Manual de roteiro. São Paulo: Conrad Livros, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAZIN, André. O cinema, ensaios. São Paulo: Editora Brasiliense, 1991.
BERNARDET, Jean-Claude. Cineastas e imagens do povo. São Paulo: Companhia das Letras,
2003.
BORDWELL, David. Narration in the fiction film. Wisconsin: University of Wisconsin Press,
1985.
BRADY, Ben; LEE, Lance. The understructure of writing for film and televisión. Austin, Texas:
University of Texas Press, 1988.
BURCH, Noel. Práxis do cinema. São Paulo: Editora Perspectiva, 1992.
CARRIÈRE, Jean-Claude. A linguagem secreta do cinema. Rio de Janeiro: Editora Nova
Fronteira, 1995.
FURTADO, Jorge. Um astronauta no Chipre. Porto Alegre: Artes e Ofícios Editora, 1992.
HAMPE, Barry. Making documentary films and reality videos. New York: Henry Holt and
Company, 1997.
HERMAN, Lewis. A pratical manual of screenwriting for theater and television films. New York:
Meridian Book, New American Library, 1952.
LABAKI, Amir. Introdução ao documentário brasileiro. São Paulo: Editora Francis, 2006.
LEONE, Eduardo. Reflexões sobre a montagem cinematográfica. Belo Horizonte: Editora:
UFMG, 2005.
MAMET, David. Sobre direção de cinema. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
MARTIN, Marcel. A linguagem cinematográfica. São Paulo: Editora Brasiliense, 1990.
MCKEE, Robert. Story, substance, structure, style, and the principles of screenwriting, New
York: Regan Books, 1997.
MURCH, Walter. Num piscar de olhos, a edição de filmes sob a ótica de um mestre. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2004.
NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. Campinas: Papirus Editora, 2005.
REISZ, Karel; MILLAR, Gavin. A técnica da montagem cinematográfica. Rio de Janeiro: Editora
Civilização Brasileira, EMBRAFILME, 1978.
ROSENTHAL, Alan. Writing, directing, and producing documentary films and videos.
Carbondale: Southern Illinois University Press, 1996.
ROUBINE, Jean-Jacques. A linguagem da encenação teatral. Rio de Janeiro: Jorge Zahar
Editor, 1998.
RYNGAERT, Jean-Pierre. Ler o teatro contemporâneo. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
SWAIN, Dwight V.. Film script writing, a pratical manual. New York: Hastings House Publishers,
1976.
SZONDI, Peter. Teoria do drama moderno (1880-1950). São Paulo: Cosac & Naify, 2001.
WATTS, Harris. Direção de câmera, um manual de técnicas de vídeo e cinema. São Paulo:
Summus Editorial, 1999.
XAVIER, Ismail. O discurso cinematográfico. São Paulo: Paz e Terra, 1984.
sábado, 7 de agosto de 2010
SEMIÓTICA DO ESPETÁCULO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA
INSTITUTO DE ARTES E DESIGN
PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA (2º Semestre de 2010)
Disciplina: ART179 - SEMIÓTICA DO ESPETÁCULO
Créditos : 4
Curso: Bacharelado Interdisciplinar em Artes e Design
Professor responsável: Sérgio Puccini
Ementa
A Semiótica - ciência dos signos e dos processos significativos na cultura - e sua atuação como instrumental de trabalho para a análise das expressões culturais. Estudo e análise dos sistemas significantes envolvidos no espetáculo e a produção de sentidos.
Conteúdo Programático
1. Introdução à semiótica; os modelos de signo em Peirce e Saussure; semiótica e semiologia. Texto: O advento do estruturalismo; A questão da linguagem cinematográfica (em STAM, 2006).
2. A semiologia aplicada ao cinema; exercícios de análise.
3. Cinema e linguagem; o modelo de Christian Metz. Texto: Cinema: língua ou linguagem? (em METZ, 1977).
4. Os elementos da cena: o ator; os objetos cênicos e figurinos.
5. Os elementos da cena (cont.): o espaço cênico e sua relação com o espaço cinematográfico; a iluminação; a mise-en-scene.
6. O plano como unidade; os componentes do plano; enquadramento; movimentação da câmera; distância focal; profundidade de campo. Texto: Nana ou “Os dois espaço” (em BURCH, 1992).
7. A seqüência; as operações de montagem; relações entre planos; continuidade e descontinuidade; o raccord. Texto: O cinema-discurso e a desconstrução (em XAVIER, 2005)
8. Relações entre imagem e som; o plano sonoro.
9. O ponto de vista e ponto de escuta; som e espaço;
10. A construção do discurso; o discurso narrativo; narração e descrição; modelos narratológicos (Gaudreault; Bordwell).
Metodologia de ensino
- Aulas expositivas e interativas.
- Exibição de audiovisuais.
- Leitura crítica de filmes e textos teóricos relacionados aos tópicos abordados em aula.
Atividades discentes
- Elaboração de seminários e exercícios de análise para avaliação (individuais e em grupo).
Critérios de avaliação
N1: Trabalho de análise fílmica 1 (individual) = 3pts
N2: Trabalho de análise fílmica 2 (grupo) = 3pts
N3: Seminário (grupo) = 4pts
Nota final = N1+N2+N3
Bibliografia
BORDWELL, David. Figuras traçadas na luz, a encenação no cinema. Campinas: Papirus,
2008.
BURCH, Noel. Práxis do cinema. São Paulo: Perspectiva, 1992.
EISENSTEIN, Sergei. A forma do filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2002.
METZ, Christian. A significação no cinema. São Paulo: Perspectiva, 1977.
ODIN, Roger. Cinema et prodution de sens. Paris: Armand Colin, 1990.
PAVIS, Patrice. A análise dos espetáculos. São Paulo: Perspectiva, 2003.
STAM, Robert. Introdução à teoria do cinema. Campinas: Papirus, 2006.
TODOROV, Tzvetan. Os gêneros do discurso. São Paulo: Martins Fontes, 1980.
XAVIER, Ismail. O discurso cinematográfico, opacidade e transparência. São Paulo: Paz
e Terra, 2005.
Bibliografia complementar
BARTHES, Roland. Crítica e verdade. São Paulo: Perspectiva, 1999.
________________. S/Z. Paris: Seuil, 1970.
ECO, Umberto. Tratado geral de semiótica. São Paulo: Perspectiva, 2002.
GREIMAS, A. J.. Du sens, essais sémiotiques. Paris: Seuil, 1970.
GARRONI, E.. Proyecto de semiótica. Barcelona: Gustavo Gili, 1973.
METZ, Christian. Linguagem e cinema. São Paulo: Perspectiva, 1980.
PAVIS, Patrice. Dicionário de teatro. São Paulo: Perspectiva, 2001.
RAMOS, Fernão Pessoa. Teoria contemporânea do cinema (vol. 1 e 2). São Paulo: Editora
SENAC, 2004.
SANTAELLA, Lucia. A teoria geral dos signos. São Paulo: Pioneira, 2000.
SANTAELLA, Lúcia. Semiótica aplicada. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.
SANTAELLA, Lucia; NÖTH, Winfried. Imagem. Cognição, semiótica, mídia.
São Paulo: Iluminuras, 1998.
TODOROV, Tzvetan. As estruturas narrativas. São Paulo: Perspectiva, 2003.
_________________. Littérature et signification. Paris: Larousse, 1967.
INSTITUTO DE ARTES E DESIGN
PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA (2º Semestre de 2010)
Disciplina: ART179 - SEMIÓTICA DO ESPETÁCULO
Créditos : 4
Curso: Bacharelado Interdisciplinar em Artes e Design
Professor responsável: Sérgio Puccini
Ementa
A Semiótica - ciência dos signos e dos processos significativos na cultura - e sua atuação como instrumental de trabalho para a análise das expressões culturais. Estudo e análise dos sistemas significantes envolvidos no espetáculo e a produção de sentidos.
Conteúdo Programático
1. Introdução à semiótica; os modelos de signo em Peirce e Saussure; semiótica e semiologia. Texto: O advento do estruturalismo; A questão da linguagem cinematográfica (em STAM, 2006).
2. A semiologia aplicada ao cinema; exercícios de análise.
3. Cinema e linguagem; o modelo de Christian Metz. Texto: Cinema: língua ou linguagem? (em METZ, 1977).
4. Os elementos da cena: o ator; os objetos cênicos e figurinos.
5. Os elementos da cena (cont.): o espaço cênico e sua relação com o espaço cinematográfico; a iluminação; a mise-en-scene.
6. O plano como unidade; os componentes do plano; enquadramento; movimentação da câmera; distância focal; profundidade de campo. Texto: Nana ou “Os dois espaço” (em BURCH, 1992).
7. A seqüência; as operações de montagem; relações entre planos; continuidade e descontinuidade; o raccord. Texto: O cinema-discurso e a desconstrução (em XAVIER, 2005)
8. Relações entre imagem e som; o plano sonoro.
9. O ponto de vista e ponto de escuta; som e espaço;
10. A construção do discurso; o discurso narrativo; narração e descrição; modelos narratológicos (Gaudreault; Bordwell).
Metodologia de ensino
- Aulas expositivas e interativas.
- Exibição de audiovisuais.
- Leitura crítica de filmes e textos teóricos relacionados aos tópicos abordados em aula.
Atividades discentes
- Elaboração de seminários e exercícios de análise para avaliação (individuais e em grupo).
Critérios de avaliação
N1: Trabalho de análise fílmica 1 (individual) = 3pts
N2: Trabalho de análise fílmica 2 (grupo) = 3pts
N3: Seminário (grupo) = 4pts
Nota final = N1+N2+N3
Bibliografia
BORDWELL, David. Figuras traçadas na luz, a encenação no cinema. Campinas: Papirus,
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XAVIER, Ismail. O discurso cinematográfico, opacidade e transparência. São Paulo: Paz
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Bibliografia complementar
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GREIMAS, A. J.. Du sens, essais sémiotiques. Paris: Seuil, 1970.
GARRONI, E.. Proyecto de semiótica. Barcelona: Gustavo Gili, 1973.
METZ, Christian. Linguagem e cinema. São Paulo: Perspectiva, 1980.
PAVIS, Patrice. Dicionário de teatro. São Paulo: Perspectiva, 2001.
RAMOS, Fernão Pessoa. Teoria contemporânea do cinema (vol. 1 e 2). São Paulo: Editora
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SANTAELLA, Lúcia. Semiótica aplicada. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.
SANTAELLA, Lucia; NÖTH, Winfried. Imagem. Cognição, semiótica, mídia.
São Paulo: Iluminuras, 1998.
TODOROV, Tzvetan. As estruturas narrativas. São Paulo: Perspectiva, 2003.
_________________. Littérature et signification. Paris: Larousse, 1967.
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